olodumaree

A FUNDAÇÃO DO MUNDO
Quando Deus manda uma mensagem a alguém, Ele não lhe dá termos minuciosos como referência.
Ele conta com o mensageiro para usar seu próprio senso comum ou discrição para executar a tarefa.
Deus apenas espera resultados positivos e é permitido ao mensageiro fazer quatro de dois e dois. Os primeiros habitantes desta terra foram as 200 divindades. A terra era então chamada DIVINOSFERA, até o momento quando as divindades, como é hoje, foram os únicos com capacidade espiritual para se comunicar entre o céu e a terra. Eles são capazes de saber ao mesmo tempo o que está acontecendo na terra e no céu com seus poderes extravisionários. Os habitantes do céu foram se tornando muito populosos, e o próprio Deus, quem poderia no momento, como Pai Onipotente que Ele é, atender pessoalmente as súplicas de suas crianças no Céu, instituiu tarefas tornando-o super lotado para Ele. Por essa razão, Ele decidiu criar um novo Firmamento para Divindades e Humanos semelhantes viverem, como um modo de despovoamento dos céus. Na verdade, o que não divulgou as suas criaturas era que estava indo transfigurado no ar fino, de modo que depois disso pudesse somente ser comunicado com espírito.
A CRIAÇÃO DA DIVINOSFERA:
Este trabalho não está tentando desafiar todas os outros relatos de “Criação do Mundo”, que tem previamente sido dados pelos videntes, ouvintes e profetas. É tentando narrar o relato de Ọrúnmìlá de como o fenômeno geográfico agora referido como a terra, veio a ser uma parte do sistema planetário.
Em um dos encontros semanais do Conselho Divino, Deus perguntou as divindades, quais delas estavam preparadas para ir a terra criar uma nova habitação. Deus os informou que todos que se apresentassem voluntariamente para ir estavam indo agir dentro de uma ordem do Conselho Divino para estabelecer na terra, as leis naturais que fizeram do céu um lugar tão bonito para se viver. Ele os informou que as mesmas regras iriam operar na terra.
Havia apenas dois conjuntos amplos de regras que Ele lhes daria.
1 – Ninguém tiraria vantagem indevida de Sua (de Deus) ausência física para atribuir a si mesmo
Sua função de Pai de todo o Universo. Todos eles deveriam respeito a Ele como o criador de tudo, ou seja, eles sempre dariam início aos seus trabalhos na terra prestando o devido respeita a Ele como seu Pai eterno, e…
2 – Ninguém deveria fazer aos outro o que não gostaria que os outros lhes fizessem; regra a qual é conhecida como “Regra Dourada”. Isto se destinava a que eles não fossem mortos sem um julgamento apropriado pelas divindades.
Eles não furtariam as propriedades uns dos outros, como no céu a punição seria a morte.
Eles não se poríam uns contra os outros, um seduzindo a esposa do outro ou fazendo outra coisa para o outro que resultaria em sofrimento.
Eles deviam se opor ao ímpeto de vingança uns contra os outros, já que todos os desacordos mútuos deviam ser resolvidos através de um julgamento público no Conselho das Divindades. Acima de tudo, eles deviam respeitar sua regra divina que tudo quanto alguém fizesse para prejudicar seu equivalente divino, a retribuição viria para o agressor dez vezes mais. Finalmente, Ele lhes informou que o segredo do sucesso estava em ouvir sempre a voz silenciosa da divindade chamada Perseverança.
A PRIMEIRA TENTATIVA DE ESTABELECER A VIDA NA TERRA
Oposto ao motivo deste conjunto de regras e regulamentos, Deus desenvolveu um plano para despachar todas as divindades para a terra simultaneamente sem nenhum aviso prévio. Uma bela manhã portanto, Deus chamou a sua criada Arugba para convidar cada uma das divindades, em suas respectivas casas, para aparecerem no palácio celeste na manhã seguinte para um desígnio especial.
Arugba pôs-se a caminho muito cedo naquela manhã. Antes então de qualquer modo, Deus tinha preparado uma câmara especial completamente equipada com vários implementos com os quais Ele contava que as divindades executassem suas tarefas na terra. A mensagem de Arugba para cada uma das divindades foi clara.
“Meu pai me enviou para convidá-lo a se preparar para uma tarefa especial amanhã pela manhã. Você deve começar se preparando para partir em missão assim que a mensagem divina lhe for dada. Você não deve retornar para sua casa antes de embarcar na missão.”
A maioría das Divindades levou a mensagem ao “pé-da-letra” e não se preocupou em se informar com seus próprios conselheiros ou guardiões em como começar a tarefa que Deus tinha reservado para eles. Arugba visitou as casas das divindades por ordem de idade, que significa que Ọrúnmìlá, o mais moço das divindades, foi o último a ser visitado.
Entretanto, Ọrúnmìlá que estava habituado a criar circunstâncias de divinação toda manhã, foi avisado por Ifá a fazer um banquete naquele dia particular em antecipação a uma visita em sua residência. Na hora que Arugba alcançou a casa de Ọrúnmìlá, já era muito tarde da noite. Não tinha feito nenhuma refeição desde a manhã, e Arugba já estava com muita fome quando alcançou a casa de Ọrúnmìlá. Antes de permiti-la entregar a mensagem divina, Ọrúnmìlá a persuadiu a fazer uma refeição.

Ela comeu até se satisfazer e então contou a Ọrúnmìlá que Deus queria que ele comparecesse em seu palácio no próximo dia, junto com as outras divindades para uma missão especial.
Em reconhecimento a hospitalidade de Ọrúnmìlá, ela confidenciou ajudando-o revelando detalhes da missão que Deus tinha reservado para eles.
Ela o avisou para pedir por três favores especiais para Deus em adição a qualquer instrumento que ele coletaria da Câmara Especial para sua missão. Ele deveria perguntar pelo CAMALEÃO, (Alagemo em Yorùbá e OMAENEROKHI em Bini), a galinha multicolorída doméstica de Deus, e a bolsa especial do próprio Deus (Akponimijekun em Yorùbá e Agbavboko em Bini). Nós veremos o significado deste pedido especial mais tarde. Em uma última ressalva, Arugba informou Ọrúnmìlá que se ele assim o desejasse, poderia também persuadir Deus em levá-la acompanhando-o na sua missão.

Com estas palavras de aviso Arugba partiu para casa, tendo completado sua tarefa.
Na manhã seguinte, um após o outro, todas as divindades apresentaram-se no Palácio Divino de Deus. Tão logo que chegaram, Deus pediu para cada um deles prosseguir na jornada para a terra sem regressar aos seus respectivos lares. Um após o outro eles vieram e se moveram marchando em ordem para partir para a terra. As primeiras divindades a chegarem na terra logo descobriram que não havia solo para pisar. Todo o lugar era alagado. Havia uma única palmeira que se encontrava no meio das águas com suas raízes no céu, que era o portão para o mesmo. Como eles estavam chegando, e não tinham nenhum outro lugar para ficar exceto nos ramos da palmeira. Era um momento realmente muito difícil.
Antes de partir do céu, cada uma das divindades recolheu da Câmara Especial de Deus todo o material e instrumentos de suas preferências. São os mesmos instrumentos que os iniciados no culto de cada uma das divindades usa na iniciação nos dias de hoje.

Quando Ọrúnmìlá chegou ao Palácio de Deus, todos os outros já tinham ido.
Ele apresentou-se ao Pai Todo-Poderoso, e igualmente seguiu marchando em ordem imediatamente para a terra. Ele foi informado como os outros, a recolher todo instrumento que ele achasse na Câmara Especial. Contudo, todos os instrumentos disponíveis tinham sido coletados pelos outros e havia uma única inútil concha de caracol.
Ele não tinha escolha mas agarrou-se a ela e então suplicou a Deus que já que não tinha nada mais para resgatar da Câmara Especial, pediu:
(a) O Camaleão – a mas velha das criaturas na casa de Deus para aconselhá-lo em como tentar resolver os problemas da fixação das habitações terrestres.
(b) O benefício de ir a terra com a multicolorida galinha doméstica divina de Deus.
(c) A bolsa divina do próprio Pai Todo Poderoso, para recolher as coisas que ele estava
levando, e…
(d) O privilégio de ir para a terra com Arugba, para fazê-los lembrar das regras do céu.
Seus quatro pedidos foram atendidos. Como ele estava partindo, ele coletou quatro plantas
diferentes, que um sacerdote de Ifá usa para todos os seus preparativos. Ele também coletou amostras de plantas e animais que ele pôde colocar nas mãos. Ele guardou sua coleção na sacola que Deus lhe havia dado. A sacola Divina tinha a misteriosa capacidade de acomodar qualquer coisa, não importando o tamanho e também produzir tudo o que era preciso para isso.
Quando Ọrúnmìlá alcançou o portão para a terra, ele encontrou todas as outras divindades
penduradas nos ramos da palmeira. Ele também não tinha opção exceto se unir a eles.
Depois de Ọrúnmìlá ter estado sentado ou parado nos ramos da palmeira por algum tempo, Arugba recomendou-o, de dentro da sacola Divina onde estava escondida, a pegar a concha do caracol, e virar a boca da mesma na água abaixo porque continha a base do solo da terra e que faria o chão firme para pisarem.
Ọrúnmìlá que tinha coletado a concha do caracol vazia da Câmara Especial de Deus, não sabia do seu conteúdo. É também óbvio que se encontrou com somente a concha do caracol dentro da Câmara Especial de Deus porque todos os outros a tinham ignorado. Nenhum deles a não ser Arugba sabia que continha o Segredo da terra. Quando Ọrúnmìlá virou a boca da concha do caracol para baixo, o escasso conteúdo de areia caiu na água abaixo e esta começou a borbulhar. Dentro de pouco tempo, grande quantidade de areia começou a se empilhar ao redor da palmeira. Depois de muitos montes terem se formado, Arugba falou outra vez a Ọrúnmìlá de dentro da sacola.

Desta vez, recomendando-o a deixar cair à galinha nos montes da areia. Como a galinha espalhou os montes, a área da terra começou a expandir. É a mesma operação que a galinha está executando até hoje. Onde quer que a galinha seja encontrada, vê-se usar os pés para dispersar a areia na terra.
Depois do solo ter sido expandido sobre uma extensa área, as outras divindades que estavam pasmas com a misteriosa performance de Ọrúnmìlá. Mandaram-no descer e caminhar no solo para verificar se ele poderia suportá-los. Mais uma vez Arugba aconselhou Ọrúnmìlá para com a sacola, soltar o camaleão para caminhar primeiro no solo. O camaleão andou sobre o solo furtivamente, por temer que pudesse desmoronar sob seus pés. Mas o chão aguentou firme, e esta é a mesma prudência andando marchando que o camaleão ficou acostumado, até o dia de hoje. Este é o porquê do camaleão pisar gentilmente no solo.
Logo que Ọrúnmìlá teve certeza de que o solo estava suficientemente forte, ele desceu da palmeira para a terra, e sua primeira tarefa foi transplantar as plantas que trouxe do céu. Depois disso todas as outras divindades desceram para a terra uma depois da outra. Este é o motivo porque a palmeira, a primeira a ser criada das que tinham suas raízes no céu, é respeitada por todas as divindades. É o antepassado de sua estirpe. Todas as divindades espalharam-se da palmeira para estabelecer seus vários domicílios em diferentes partes da terra. Ọrúnmìlá sendo o mais jovem de todas as divindades morou e serviu a cada um dos mais velhos, um de cada vez. Ele serviu Ògún, Şàngó,Olokún, Eziza, etc.
No decurso de sua servidão, uma das divindades apoderou-se de Arugba. Ele foi desta maneira despojado de sua Conselheira Chefe e confidente.
É importante neste estágio mencionar que o processo de iniciação na religião de Ọrúnmìlá ou Ifismo é uma tentativa para recordar este processo da partida do céu e chegada no mundo para se estabelecer através da palmeira. A mulher que carrega os Ikin em sua cabeça para Ugbodu é chamada de Arugba. É considerado um fato que Ọrúnmìlá nunca casou com Arugba, também não é aconselhável a nenhum iniciado de Ifá casar coma mulher que o acompanha com o UGBODU.
Justamente por isso não é aconselhável empregar alguma esposa para a cerimônia, a fim da mulher não ser na verdade seduzida por algum tempo depois da cerimônia, ou pela morte ou por outros.
A presença de Arugba como única mulher em volta, criou uma gama de problemas para as
divindades. Uma após outra, eles lutaram para retê-la. O conflito por Arugba logo trouxe a tona a pior das divindades. A violência de alguns, isto á, Şàngó, Sankpana, Ògún, etc., combates mútuos com todas as defesas a sua disposição. Houve total confusão que se encheu de aspereza entre eles.
Neste momento, Ọrúnmìlá foi o primeiro a retornar ao céu para fazer um relato a Deus. O papel de protetor de Arugba perdeu-se para as divindades porque ela tinha sido privada da companhia de Ọrúnmìlá com quem ela veio ao mundo.
Todas as outras divindades tinham se estabelecido com os instrumentos que eles coletaram na Câmara Especial de Deus. De sua parte, Ọrúnmìlá tinha perdido o uso de todas as coisas que ele trouxe, inclusive até a Sacola Divina, dos quais sem os conselhos de Arugba, ele não sabia como usar. Depois de ter levado uma vida de privações e penúria, ele decidiu voltar para o céu para perguntar a Deus porque a vida na terra era tão dolorosamente diferente da vida no céu.

Até as quatro plantas que ele trouxe do céu não o ajudaram apesar de elas serem usadas unicamente durante a iniciação de Ifá até hoje, e elas também são usadas para alguns preparados medicinais feitos por Ọrúnmìlá.
Quando foi o momento de Ọrúnmìlá retornar para o céu, ele foi até o pé da palmeira e subiu para seus ramos donde ele se transfigurou para o céu. De volta ao céu, ele foi o único das muitas divindades a ver a última forma física do próprio Deus.
O Deus Onipotente que era conhecido por nunca perder sua calma, estava evidentemente aborrecido diante de Ọrúnmìlá. Ele apresentou suas desculpas a Deus por olhar os traços físicos, do pescoço em diante, mas explicou as dificuldades que ele tinha experimentado na terra nas mãos de seus irmãos divinos. Ele reclamou que surpreendentemente, as regras celestes não estavam sendo seguidas na terra. Após ter ouvido o relato revelado por Ọrúnmìlá, Deus convenceu-o a permanecer momentaneamente no céu, mas enviou o obstáculo, o mais poderoso de todas as divindades, (Elenini em Yorùbá e Idoboo em Bini) para ir verificar o relatório de Ọrúnmìlá.

Quando Elenini chegou a terra, ele observou o espetáculo do restante das divindades no corpo a corpo. Ele não ficou apenas satisfeito que o relato de Ọrúnmìlá estava correto, mas também ficou receoso que com a privação predominando na terra, as divindades poderiam acabar guerreando umas contra as outras.

OUTRAS DIVINDADES RETORNAM PARA O CÉU
Tão logo Ọrúnmìlá partiu para o céu, as outras divindades se recusaram a cooperar umas com as outras. Seu irmão mais novo que costumava servir a todos eles tinha partido e nenhum dos restantes estava preparado para servir mais ninguém. A vida se tornou especialmente intolerável, visto que não havia meio de fazer trocas comerciais. A necessidade por dinheiro tinha se tornado muito evidente. Um após o outro se juntaram de volta para o céu para relatar a missão impossível.

Eles também decidiram que iriam solicitar a Deus para lhes dar Autorídade Divina (Àşe) como qual eles poderiam induzir as coisas a acontecer, por empregados mortais para servi-los e por dinheiro como qual fazer negócios uns com os outros.
Chegando no céu, eles pediram por estes favores e Deus os deu todos a eles, mas comprometeu-se a despachar dinheiro depois de eles retornarem para a terra. De todos eles inclusive Ọrúnmìlá foi ordenado retornar a terra para completar a missão que haviam iniciado.
Neste instante, já que o solo tinha se formado na terra, foi possível retornar pela rota terrestre.
Um a um, as divindades começaram a retornar para a terra com seus servidores humanos. Como eles estavam partindo nenhum deles se preocupou em descobrir os elementos misteriosos responsáveis pelas dificuldades que eles tinham encontrado na terra. Èşu, “a divindade do infortúnio”, tinha jurado criar problemas para algumas divindades que falharam em angariar seu apoio antes do retorno a terra.
OYEKU MEJI revelará mais tarde como Èşu abriu as pipas das chuvas do céu para ocasionar três anos de aguaceiro o qual impediu as divindades de retomar seus destinos no momento. Contudo antes da partida, Ọrúnmìlá procurou a Oríentação de seu conselheiro que lhe disse para não ser apressado em assegurar o dinheiro que Deus tinha prometido enviar ao mundo, e oferecer sacrifício a Èşu antes de sair do céu. Ọrúnmìlá fez conforme lhe tinha dito.
AS DIVINDADES RETORNAM PARA A TERRA
Antes de deixar o céu, Ọrúnmìlá foi avisado por Deus para retornar ao pé da palmeira da qual as divindades desceram no primeiro estágio, porque foi o alicerce de sua existência na terra. Logo que as divindades se puseram a caminho em sua jornada de retorno a terra, uma forte chuva começou a cair. A chuva continuou por muitos dias e noites. Mas Ọrúnmìlá tinha sido avisado para não tentar se abrigar da chuva antes do retorno para a terra. Em oposição da chuva moveu-se imediatamente para construir uma cabana no pé da palmeira. Todos os outros não encontraram um jeito até depois da chuva ter parado, isto é, mil dias e mil noites depois. Em seguida ao enfraquecimento da chuva, eles encontraram na beira da estrada um adivinho chamado Okiti kpuke que os avisou que eles só poderiam instalar-se adequadamente após prestar homenagem ao alicerce de sua Orígem o qual é o
pé da palmeira. Tomou tempo descobrir a localização da palmeira aonde Ọrúnmìlá tinha entretanto estabelecido uma habitação viável. Visto que ele era o proprietário da palmeira, ele colhia os benefícios de todos os sacrifícios feitos por cada uma das divindades no pé da palmeira.
O DINHEIRO VEM PARA O MUNDO
Após eles estarem razoavelmente instalados, o papagaio foi o primeiro a descobrir uma grande quantidade de búzios que descendiam do céu pela margem da vastidão de água que separava o céu da terra. O papagaio alertou as divindades, que sem uma preparação adequada, começaram a tirar dinheiro do monte. Depois eles veriam como aqueles que tentaram extraí-lo, estavam todos mortos embaixo de sua avalanche.
Èşu ainda estava com seu jogo para destruir todas as divindades que se recusaram a admitir sua influência e autOrídade. Quando Ọrúnmìlá viu todas as outras divindades que correram depois que faltou o dinheiro para retornar para casa, ele decidiu ir e descobrir o que estava acontecendo com eles. Ele percebeu que eles todos tinham perecido embaixo da avalanche de dinheiro. Ele então decidiu questionar seu “anjo guardião” no que foi responsável pela destruição em massa.

Ele foi informado que alguns dos que juntaram o dinheiro com voracidade e avareza estavam prestes a ser destruídos pela razão de que o dinheiro sempre foi um prodígio ávido. Qualquer um que cobiçou desfrutar os benefícios do dinheiro tinha que primeiramente alimentado-o . Ele foi informado o que fazer para alimentar o dinheiro e como juntá-lo. Ele fez conforme lhe foi dito e se tornou a única divindade que teve êxito em fazer do dinheiro seu criado. Este é o motivo que no altar de Ifá se coloca dinheiro e búzios até hoje.
O PRINCÍPIO DOS CONFLITOS FÍSICOS
O êxito com que Ọrúnmìlá descobriu o segredo do dinheiro trouxe-lhe a fúria das divindades remanescentes, que lançaram mão de iniciar ataques para destruí-lo. Por meio de um sacrifício especial revelado por Ejiogbe, Ọrúnmìlá fez seus inimigos estarem lutando entre si. Houve total pandemônio na terra por causa da partilha do dinheiro. Entrementes as novidades chegaram ao céu que havia um tumulto geral na terra. Deus enviou a Morte para ir buscar os responsáveis pelo conflito de volta para o céu, mas ele tentou e fracassou. Ele só teve êxito na retirada dos discípulos das divindades mas não as divindades em si.
Com seus discípulos destruídos pela Morte, eles descobriram que não poderiam realizar muito sem a ajuda de seus auxiliares.

Não perca! Ouça, comente, compartilhe…

cropped-cropped-oluwo.jpgSe você esta aqui é porque Ifá lhe encontrou, agora você deve encontrar Ifá! 

Oluwo Ifagboun Ajisafe

ESTA PALAVRA NÃO É SÓ SUA

Alguém que você ama pode estar precisando ler isto hoje.

Ifá ensina que o conhecimento cresce quando é partilhado. Envie esta mensagem para quem precisa de luz no caminho.

Enviar pelo WhatsApp
Facebook
Telegram
Ficou alguma dúvida?

Sugira o próximo assunto que você gostaria de ler aqui.

ESCRITO POR
Olùwò Ifagboun Ajisafe

Mestre de Ifá consagrado em Lagos, Ṣàngó Walé, Alapini Ojeleke e Oluwo Ogboni.

SUA PALAVRA IMPORTA

O que você achou desta mensagem?

Conte o que sentiu ao ler ou deixe sua pergunta. Os comentários são lidos com carinho e aparecem aqui depois de aprovados.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Leia também

O SEGREDO VALE SABER

Como seres humanos, somos um. Podemos nos chamar seguidores de Isese, Ifa, Orisa, Ogboni, Egungun, Budismo, Hinduísmo, Cristianismo, Islã, Candomblé, Umbanda, Vodun,

Ler artigo ›